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Funcionários do Sesc-BA denunciam trabalho presencial em unidades; entidade nega

 Funcionários do Serviço Social do Comércio na Bahia (Sesc-BA) denunciaram ao Bahia Notícias que foram obrigados a trabalhar presencialmente nesta segunda-feira (1º), mesmo sem desempenhar função essencial. Isto é proibido pelo decreto do governo baiano que prorrogou até às 5h de quarta (3) as medidas restritivas para diminuir a contaminação pelo novo coronavírus. A instituição nega.

Um dos funcionários do Sesc disse que precisou comparecer ao prédio da entidade no Aquidabã para trabalhar. “Colocaram os funcionários  vulneráveis,  tendo que pegar transporte público. Trabalhar por exemplo, no Aquidabã, uma área onde nada está aberto hoje e onde assaltos são frequentes”, reclamou. 

 

Outro funcionário, que não quis se identificar, disse que a função que desempenha poderia ser realizada de forma remota. “O SESC está obrigando os funcionários trabalharem internamente, mesmo não sendo serviço essencial, como por exemplo academia. As pessoas vão trabalhar hoje e amanhã  normalmente no local, sendo que alguns casos poderia ter o trabalho remoto”, criticou. 

 

“Quero fazer uma denúncia: o Sesc Bahia está obrigando seus funcionários a manterem trabalho interno normal hoje, descumprindo os decretos. São milhares de trabalhadores”, denunciou mais um trabalhador.

 

Em nota, o Sistema Fecomércio-BA Sesc Senac disse que, “cumprindo o decreto do Governo do Estado (n°20.259), todas as suas unidades operativas, incluindo as sedes administrativas das instituições, estão fechadas.” “A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado da Bahia fortalece o compromisso com a população de prezar nesse momento pelo bem-estar estar coletivo, portanto, as atividades serão mantidas suspensas até enquanto durar a medida.”

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